sexta-feira, 18 de maio de 2012

CETICISMO


O ceticismo é um corrente de pensamento filosófico que defende a ideia da impossibilidade do conhecimento de qualquer verdade. Criado na Grécia Antiga por Pirro de Élis (filósofo grego), esta filosofia rejeita qualquer tipo de dogma (afirmação considerada verdadeira sem comprovação).

De acordo com os céticos, todo conhecimento é relativo, pois depende da realidade da pessoa que o possui e das condições do objeto que está sendo analisado. Como a cultura (regras, leis, costumes, visões e mundo, crenças) muda em cada período histórico, os defensores do ceticismo acreditam ser impossível estabelecer o que é real e irreal ou correto e incorreto.

Logo, os céticos defendem a ideia de assumir uma postura de neutralidade em todas as questões, não fazendo julgamentos. Assim, o cético defende a indiferença total.



Divide-se em duas correntes:

CETICISMO FILOSÓFICO - uma postura filosófica em que pessoas escolhem examinar de forma crítica se o conhecimento e percepção que possuem são realmente verdadeiros, e se alguém pode ou não dizer se possui o conhecimento absolutamente verdadeiro; 

O Ceticismo filosófico originou-se a partir da filosofia grega. Uma de suas primeiras propostas foi feita por Pirro de Élis (360-275 a.C.), que viajou até a Índia numa das campanhas de Alexandre, o Grande para aprofundar seus estudos, e propôs a adoção do ceticismo "prático" (ver também Pirronismo).
Subseqüentemente, na "Nova Academia", Arcesilau (315-241 a.C.) e Carnéades (213-129 a.C.) desenvolveram mais perspectivas teóricas, que refutavam concepções absolutas de verdade e mentira. Carneades criticou as visões dos dogmatistas, especialmente os defensores do estoicismo, alegando que a certeza absoluta do conhecimento é impossível.Sexto Empírico (200 d.C.), a maior autoridade do ceticismo grego, desenvolveu ainda mais a corrente, incorporando aspectos do empirismo em sua base para afirmar o conhecimento.
Ou seja,o ceticismo filosófico é procurar saber, não se contentando com a ignorância fornecida atualmente pelos meios públicos, por meio da dúvida. Opõem-se ao dogmatismo, em que é possível conhecer a verdade.


CETICISMO CIENTÍFICO - uma postura científica e prática, em que alguém questiona a veracidade de uma alegação, e procura prová-la ou desaprová-la usando o método científico.
O ceticismo científico tem relação com ceticismo filosófico, mas eles não são idênticos. Muitos praticantes do ceticismo científico não são adeptos do ceticismo filosófico clássico. Quando críticos de controvérsias científicas, terapias alternativas ou paranormalidades são ditos céticos, isto se refere apenas à postura cética científica adotada.
O termo cético é usado atualmente para se referir a uma pessoa que tem uma posição crítica em determinada situação, geralmente por empregar princípios do pensamento críticoe métodos científicos (ou seja, ceticismo científico) para verificar a validade de idéias. Os céticos vêem a evidência empírica como importante, já que ela provê provavelmente o melhor modo de se determinar a validade de uma idéia.
Apesar de o ceticismo envolver o uso do método científico e do pensamento crítico, isto não necessariamente significa que os céticos usem estas ferramentas constantemente.
Os céticos são freqüentemente confundidos com, ou até mesmo apontados como, cínicos.[1] Porém, o criticismo cético válido (em oposição a dúvidas arbitrárias ou subjetivas sobre uma idéia) origina-se de um exame objetivo e metodológico que geralmente é consenso entre os céticos. Note também que o cinismo é geralmente tido como um ponto de vista que mantém uma atitude negativa desnecessária acerca dos motivos humanos e da sinceridade. Apesar de as duas posições não serem mutuamente exclusivas, céticos também podem ser cínicos, cada um deles representa uma afirmação fundamentalmente diferente sobre a natureza do mundo.
Os céticos científicos constantemente recebem também, acusações de terem a "mente fechada" [2] ou de inibirem o progresso científico devido às suas exigências de evidênciascientificamente válidas. Os céticos, por sua vez, argumentam que tais críticas são, em sua maioria, provenientes de adeptos de disciplinas pseudocientíficas, tais comohomeopatia, reiki, paranormalidade e espiritualismo,[2][3][4][5] cujas visões não são adotadas ou suportadas pela ciência convencional. Segundo Carl Sagan, cético e astrônomo, "você deve manter sua mente aberta, mas não tão aberta que o cérebro caia".
A necessidade de evidências cientificamente adequadas como suporte a teorias é mais evidente na área da saúde, onde utilizar uma técnica sem a avaliação científica dos seus riscos e benefícios pode levar a piora da doença, gastos financeiros desnecessários e abandono de técnicas comprovadamente eficazes. Por esse motivo, no Brasil é vedado aosmédicos a utilização de práticas terapêuticas não reconhecidas pela comunidade científica.[6]

ANTISSEMITISMO


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


Antissemitismo é o preconceito ou hostilidade contra judeus baseada em ódio contra seu histórico étnicocultural ou religioso. Em sua forma mais extrema, "atribui aos judeus uma posição excepcional entre todas as outras civilizações, difamando-os como um grupo inferior e negando que eles sejam parte da(s) nação(ões) em que residem".[1] A pessoa que defende este ponto de vista é chamada de "antissemita".
O antissemitismo é manifestado de diversas formas, indo de expressões individuais de ódio e discriminação contra indivíduos judeus a violentos ataques organizados, políticas públicas ou ataques militares contra comunidades judaicas. Entre os casos extremos de perseguição estão a Primeira Cruzada de 1096, a expulsão da Inglaterra em 1290, a Inquisição Espanhola, a expulsão da Espanha em 1492, a expulsão de Portugal em 1497, diversos pogroms, oCaso Dreyfus e, provavelmente o mais infame, o Holocausto perpretado pela Alemanha Nazista.
Embora a etimologia possa sugerir que o antissemitismo é direcionado a todos os povos semitas, o termo foi criado no final do século XIX na Alemanhacomo uma alternativa estilisticamente científica para Judenhass ("Aversão a judeus"), sendo utilizada amplamente desde então.

RAÍZES DO ANTI-SEMITISMO



À pergunta: "Por que ainda hoje a Europa é tão inimiga dos judeus?", o escritor israelense Ephraim Kishon respondeu:
Por que o mundo é tão pró-palestino? Por que ama os palestinos? Não, mas por ser contra os judeus. Eu disse a um amigo curdo que a revolta deles está fadada ao fracasso desde o princípio, porque eles não lutam contra os judeus. O anti-semitismo é uma doença atávica e patológica. (nai 11/99)
Isso significa que o anti-semitismo é "uma doença renitente, em contínuo desenvolvimento, impossível de ser controlada". Realmente, não houve nenhuma década do século 20 em que não tivessem acontecido manifestações e abusos mais ou menos intensos contra os judeus. A seguir apresentamos apenas alguns exemplos típicos do que aconteceu com os judeus durante a história:


O ANTI-SEMITISMO NA HISTÓRIA


Após os dois levantes judeus de 70 e 135 d.C., sufocados pelos romanos da maneira mais brutal, tentou-se eliminar o nome da pátria judaica, mudando o de Jerusalém para "Aélia Capitolina" e transformando a Judéia em "Palestina Síria", para que não houvesse mais lembrança dos judeus. Por volta de 160 d.C., Justino, o Mártir, condenou os judeus como "filhos de meretrizes". Em 200 d.C., Tertuliano escreveu o primeiro manifesto cristão sistemático contra os judeus. Ele também já tinha passado a considerar a Igreja como sendo o verdadeiro e eterno Israel. Depois disso foram publicados muitos outros panfletos anti-judeus por Pais da Igreja. Em 250, Cipriano, um dos Pais da Igreja, escreveu: "O diabo é o pai dos judeus". Mais tarde, essa acusação passou a ser encontrada constantemente no anti-judaísmo cristão. Em 325, no Concílio de Nicéia – pela primeira vez em um concílio –, não foram convidados bispos judeus-cristãos. A festa da Páscoa foi transferida para o domingo após pessach (a páscoa judaica) com a justificativa: "Seria o cúmulo da falta de reverência seguirmos as tradições dos judeus nesta maior de todas as festas. Não devemos ter nada em comum com esse povo abominável". Em 387 d.C. teve início a maior campanha de instigação cristã contra os judeus de que se tem notícia na Antiguidade – e ela foi patrocinada pelo Pai da Igreja João Crisóstomo, a partir de Antioquia (Síria). Ele disse, por exemplo, que a sinagoga era "lugar de blasfêmia, asilo do diabo e castelo de Satanás". Em 415, o bispo Agostinho de Hipona escreveu que os judeus carregam eternamente a culpa pela morte de Jesus. Em decorrência, o monge Barzauma instigou uma perseguição aos judeus em Israel, quando inúmeras sinagogas foram destruídas. Em 538 foi vetada a entrada de judeus nas guildas (associações de mutualidade formadas na Idade Média entre as corporações de operários, negociantes ou artistas), restando à maioria deles apenas a opção do comércio. Em 613 foi dado um ultimato a todos os judeus da Espanha: batismo ou desterro. Posteriormente, o Sínodo de Toledo ordenou que todos os judeus "renegados" fossem executados nas fogueiras da Inquisição. Em 1021 Roma foi sacudida por um terremoto na Sexta-Feira da Paixão. Em conseqüência, judeus foram presos e acusados de terem furado uma hóstia com um prego. Eles foram torturados e queimados na fogueira. Em Paris, no ano de 1240, foram queimados publicamente por monges dominicanos todos os exemplares disponíveis do Talmude. Essa foi a primeira queima oficial de escritos judaicos pela igreja católica. Em 1348 a "peste negra" (peste bubônica) se alastrava pela Europa, dizimando um terço da população. Os judeus foram acusados de envenenar as fontes de água, causando a epidemia. O papa Clemente VI expediu uma bula em que declarava todos os judeus inocentes dessa acusação, mas não foi possível impedir que, em quase todas as localidades nas quais havia uma comunidade judaica, irrompessem "pogroms" matando inúmeros judeus. Em 1401 foram queimados vivos 48 judeus em Schaffhausen (Suíça). Em 1431 o Concílio de Basiléia determinou que os judeus tinham de viver separados dos cristãos. Desse modo surgiram em muitas cidades os bairros judeus, mais tarde chamados de "guetos". Em 1523 Lutero escreveu que Jesus era "judeu de nascimento". Ele empenhou-se para que os judeus fossem tratados de maneira amistosa, para levá-los à conversão. Vinte anos depois, em 1543, decepcionado porque os judeus não se convertiam à fé evangélica, Lutero lançou seu manifesto anti-judaico "Sobre os Judeus e Suas Mentiras". Nesse livro ele propunha que as sinagogas deveriam ser queimadas. Pouco tempo mais tarde, o príncipe da Saxônia expediu um rigoroso mandato anti-judaico, tendo por base os escritos de Lutero. Em 1756 o filósofo francês Voltaire lançou suas "Obras Completas", contendo uma série de violentas passagens anti-semitas. Em 1879 o alemão Wilhelm Marr fundou a Liga Anti-Semita; ele é considerado o criador da expressão "anti-semitismo". Em 1880 o "filósofo do anti-semitismo" Eugen Dühring publicou sua obra "A questão judaica como questão de raça, nociva à cultura e à existência dos povos". Ele escreveu:
A origem do desprezo generalizado pelos judeus reside em sua absoluta inferioridade em todos as áreas intelectuais... Trata-se de uma raça inferior e degenerada. É tarefa dos povos nórdicos "arianos" exterminar raças parasitárias desse tipo, assim como costumamos exterminar cobras e outros predadores.
Em 1881 Richard Wagner publicou um ensaio onde recomendava o anti-semitismo político e classificava os judeus de "demônio causador da decadência da humanidade". Em 1903 eram publicados pela primeira vez, em São Petersburgo, os "Protocolos dos Sábios de Sião", profundamente anti-semitas. Os "Protocolos", escritos por anti-semitas cristãos, falam de uma conspiração mundial judaica para o domínio do mundo. Infelizmente, desde então houve e há muitos que sucumbiram às mentiras dos "Protocolos dos Sábios de Sião", dando-lhes mais crédito que às verdades bíblicas. Certa vez até recebi uma pregação gravada em fita atacando o judaísmo, na qual o pregador se baseava nos "Protocolos", vangloriando-se de tê-los em seu poder. Em 1905 foi fundada a "União do Povo Russo", de cunho anti-semita. Em 1918 foram afogados no mar em Ialta 900 judeus pelas mãos de anti-semitas e em Sebastopol (Criméia) todos os líderes judeus foram assassinados. Em 1922 o ministro do Exterior da Alemanha, Walther Rathenau (o primeiro judeu a ocupar esse cargo), foi assassinado por anti-semitas. Mais tarde Hitler anunciava: "o extermínio dos judeus será minha prioridade ao assumir o poder. Eles não sabem proteger-se a si mesmos e ninguém vai apresentar-se como seu protetor". Em 1938 aconteceu a chamada "Noite dos Cristais" na Alemanha, quando 191 sinagogas e inúmeras instalações judaicas foram destruídas, 91 judeus foram assassinados e 30.000 arrastados para campos de concentração. Durante a Segunda Guerra Mundial foram mortos seis milhões de judeus. (Israel Heute)


O ANTI-SEMITISMO HOJE


Deveríamos ter aprendido da história. Mas o contrário parece estar acontecendo. Em ritmo crescente ouvem-se novamente manifestações anti-semitas de políticos europeus. Na Rússia os judeus temem abusos anti-semitas e as pressões da União Européia e dos EUA sobre Israel aumentam. Isso sem considerar o comportamento das nações islâmicas contra o povo judeu.
Quando Hillary Clinton, esposa do então presidente dos EUA, esteve em Israel, causou perplexidade o fato dela não ter reagido a uma manifestação anti-semita da esposa de Arafat, simplesmente ignorando suas palavras e prosseguindo com a programação. Suha Arafat tinha afirmado em uma entrevista coletiva:
Israel envenena o ar e a água dos palestinos em Gaza, na Judéia e Samaria. Dessa forma os israelenses desencadearam câncer em muitas mulheres e crianças palestinas. Elas morreram dessa efermidade.
Hillary Clinton não reagiu, levantou-se, abraçou Suha Arafat depois dela encerrar suas declarações, e fez o discurso que havia preparado. A senhora Clinton foi duramente criticada nos Estados Unidos e em Israel por não ter reagido a um ataque tão forte contra Israel. Em Israel as afirmações de Suha Arafat desencadearam uma onda de indignação. Muitos vêem nisso o retorno de uma acusação anti-semita por demais conhecida: os judeus envenenam os poços. (IN)
Algumas semanas após o trágico acidente com um avião da "Egypt Air" em 31 de outubro de 1999, a imprensa egípcia, leal ao governo, não hesitou em lançar a culpa do acidente sobre Israel. (IN)
Sem dúvida vivemos em uma época extremamente palpitante da história de nosso mundo. A Palavra Profética torna-se palpável e os contornos dos últimos acontecimentos mencionados na Bíblia delineiam-se cada vez mais. Assim, por um lado aumenta a pressão sobre Israel – por outro lado, cresce entre as nações o temor do perigo islâmico. O mundo não é pró-Israel, mas sabe que trata-se do único país democrático no Oriente Médio, o único baluarte do Ocidente que se opõe ao crescente perigo representado pelo islamismo e pela dependência do petróleo. Por essa razão, muito em breve poderia acontecer a apresentação de uma "proposta de paz" das nações ocidentais para o Oriente Médio. Israel vai ser levado a entregar a maior porção possível de terras para tentar satisfazer as nações árabes. Então, já que, por interesse próprio, não se pode abandonar Israel à própria sorte, oferecer-se-ão a este povo certas garantias de segurança através de um acordo de paz e de um programa de defesa. Porém, baseados em certas passagens bíblicas, sabemos que isso tudo não vai dar certo, mas que vai conduzir a catástrofes de graves conseqüências para Israel e as nações, até que Jesus Cristo voltará e trará Seu reino de paz.


QUAL O ALVO ESPECÍFICO DO ÓDIO AOS JUDEUS EM NOSSOS DIAS?


Qual é o segredo do anti-semitismo? Em seu sentido mais profundo, o anti-semitismo é um ataque do inferno contra o próprio Senhor Jesus: "Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o seu Ungido... Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião" (Sl 2.2,6). O "príncipe deste mundo" tenta impedir, através de todos os meios, o domínio do Ungido de Deus, Jesus Cristo, e inspira as nações a destruir Israel. Herodes, com a matança das crianças em Belém, já tentou matar a Jesus. A humanidade cada vez mais ímpia também será sempre mais contrária a Israel, pois Jesus voltará para lá como filho de Davi e ali estabelecerá Seu reino mundial.


COMO NÓS CRISTÃOS DEVERÍAMOS LIDAR COM O ANTI-SEMITISMO?


Em primeiro lugar, devemos cuidar para não sermos arrastados pela tendência anti-semita, influenciados pela política, pela imprensa ou mesmo pelos erros cometidos por Israel. As emoções e o clima reinante não deveriam nortear nossas atitudes e nossa posição com relação a Israel, mas sim a Bíblia. Devemos lembrar que em Sua Palavra o Senhor prometeu a Abraão, de maneira muito explícita, que Sua aliança com ele seria de geração em geração, até a eternidade: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência" (Gn 17.7). Maria, mãe de Jesus, conhecia muito bem sua Bíblia. Por isso, inspirada pelo Espírito Santo, citou essa promessa em seu cântico:"A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem... Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais" (Lc 1.50,54-55). E o apóstolo Paulo diz com muito clareza: "Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu... Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" (Rm 11.2,29). Assim, Jesus não veio a este mundo para tirar as promessas de Israel, mas, pelo contrário, para confirmá-las: "Digo, pois, que Cristo foi constituído ministro da circuncisão, em prol da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos nossos pais; e para que os gentios glorifiquem a Deus, por causa da sua misericórdia, como está escrito (Sl 18.49): ‘Por isso, eu te glorifiquei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome’. E também diz (Dt 32.43): ‘Alegrai-vos, ó gentios, com o seu povo"’ (Rm 15.8-10). Quanto o cristianismo falhou nesse sentido! No decorrer dos séculos ele não apenas rejeitou a Israel teologicamente e lhe roubou as promessas. Além disso, ao invés de alegrar-se com Israel, o cristianismo tornou-se o maior inimigo desse povo e sucumbiu ao anti-semitismo. Mas, no final, o anti-semitismo sairá perdendo. Em 1938, após a "Noite dos Cristais", quando foram queimadas na Alemanha as sinagogas judaicas, não demorou muito até que toda a Alemanha também estivesse em chamas. Assim, para sua restauração espiritual futura com a volta do Messias, o Senhor deu a Seu povo a promessa: "Não te permitirei jamais que ouças a ignomínia dos gentios; não mais levarás sobre ti o opróbrio dos povos, nem mais farás tropeçar o teu povo, diz o Senhor Deus" (Ez 36.15). Somos conclamados a nos alegrar com Israel e a nos colocar a seu lado ministrando-lhe nossa bênção! (Norbert Lieth -http://www.chamada.com.br)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

PASTOR COMENTA ESTATÍSTICA QUE MOSTRA TER QUASE DOBRADO O NÚMERO DE DIVÓRCIOS NA ÚLTIMA DÉCADA




O pastor Josué Gonçalves comentou os dados do último Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2010. O levantamento revelou que na última década quase que dobrou o número de pessoas divorciadas no Brasil, a pesquisa ainda apontou que estados como Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal encabeçam a lista dos estados com maior percentual de divórcios.
Um dos elementos que estaria influenciando esse crescimento seria a mudança na legislação. Rogério Bacellar, presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), disse que, “Desde 2007 os divórcios podem ser requeridos nos cartórios, nos casos onde há consenso e inexiste filhos menores de idade. Outro exemplo de mudança na legislação é a emenda constitucional nº 66/2010, que tornou possível requerer a dissolução do casamento civil pelo divórcio a qualquer tempo, suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos.”.
Para o Pastor Josué Gonçalves, o motivo para tal crescimento no índice de divórcios possui várias causas, entretanto, devem ser sempre analisados sob a luz da Palavra de Deus. A banalização do casamento como instituição divina; o hedonismo; a falta de modelos dignos para seguir, a apologia do adultério; a falta de orientação pré-conjugal; a falta de espírito de perdão, dentre outros fatores, contribuem para os divórcios, afirma o pastor.
Ele ainda argumentou que “A solução para diminuir essa taxa de divórcio e mudar o quadro que está tanto fora como dentro dos portões da igreja, é continuarmos fazendo todo investimento possível na estruturação e fortalecimento da família (Salmo 127), a orientação dos nossos filhos (Deuteronômio 6) e um trabalho preventivo com os jovens que estão para se casar.”, e concluiu, “O papel da igreja com os seus conselheiros é fundamental para que os casamentos sejam fortalecidos e os doentes sejam curados. Não existe outra saída que exclua a igreja da sua responsabilidade como portadora da mensagem transformadora do Evangelho”.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

PASTORES MORREM CANTANDO HINO DA HARPA E EMOCIONAM BOMBEIROS QUE OS SOCORRIAM APÓS ACIDENTE



Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica no Espírito Santo.
Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.
Os veículos – cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey – bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.
Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica – Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão – de uma empresa de cerveja – não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.
Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.
O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.
Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.
A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.
O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.
O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.
As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Minh’alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de
Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei
Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!
Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.
As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

terça-feira, 15 de maio de 2012

MELHORAR A DICÇÃO – COMO FALAR MELHOR







Aprenda como falar melhor em público melhorando a dicção  com exercícios e dicas em vídeo da fonoaudióloga – Saber se expressar bem é fundamental, pois além de ganhar destaque no seu local de trabalho ou de estudo, falando bem e corretamente você consegue ser entendido e evita constrangimentos ou confusões. Entretanto, perder a vergonha de falar em público, preparar palestras, aulas ou até mesmo falar de improviso e evitar o “branco” decorrente do nervosismo é uma tarefa difícil, mas que pode se tornar fácil com treinamentos, dicas técnicas e truques que ajudam muito na hora em que você mais precisa. Por isso vamos ensinar agora o que deve ser feito para melhorar a dicção e se sair bem em uma palestra, reunião etc.
Naturalidade, essa é a primeira dica para quem deseja falar bem em público. Isto quer dizer que quanto mais natural você for, mais fácil será para as pessoas que estão te ouvindo, entender a mensagem que você quer passar. Sendo assim, treinar, aperfeiçoar a sua naturalidade é de extrema importância.
Outro ponto chave é intensidade que você está dando a sua fala, pois se falar muito baixo, as pessoas que estiverem distantes não entenderão suas palavras e deixarão de prestar atenção. Por outro lado, falar muito alto traz as suas desvantagens, uma vez que você logo se cansará, podendo até irritar osconvidados. Dessa forma, você deve falar numa altura adequada para cada ambiente e nunca esqueça de dar ao seu discurso entusiasmo e vibração.
Velocidade e ritmo adequado são essenciais ao bom entendimento, nunca fale rápido ou devagar demais, o ideal é construir um ritmo agradável de comunicação. Evite termos pobres e vulgares, como palavrões ou gírias, mas também não use palavras difíceis de ser compreendidas, pois isso prejudicará bastante a sua fala. Para quem não tem o hábito de falar em público, manter uma postura correta é uma grande dificuldade, a dica do Resumo do Dia é não colocar as mãos nos bolsos, nas costas, cruzar os braços, nem se debruçar sobre a mesa, cadeira ou tribuna. Deixe os braços naturalmente ao longo do corpo ou acima da linha da cintura e gesticule com moderação.
Por fim, para uma palestra ter sucesso é preciso que ela tenha começo, meio e fim. No início, procure conquistar os ouvintes, seu interesse e atenção em no fim faça uma breve recapitulação de tudo que foi abordado. Treine bastante e aproveite todas as dicas. A seguir, aprenda como melhorar a dicção com exercícios práticos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

PESQUISA REVELA QUE BRASIL É O SEGUNDO PAÍS NO MUNDO EM QUANTIDADE DE CRISTÃOS



Um instituto de pesquisa norte americano, Centro Pew, realizou um estudo para identificar os países com maior quantidade de cristãos no mundo. A pesquisa revelou que o Brasil está na segunda colocação da lista geral, perdendo somente para os Estados Unidos. Os índices encontrados mostraram que atualmente o Brasil soma mais de 175 milhões de adeptos à religião cristã.
Os Estados Unidos, o primeiro da lista, possui em torno de 246 milhões de cristãos. Porém, a nível mundial o cristianismo representa apenas 31,7% do total, o que seria em torno de 2,18 bilhões de adeptos à religião.
A pesquisa ainda revelou os valores percentuais divididos em várias regiões diferentes, mostrando haver grande discrepância entre elas, como é o caso do Oriente Médio, que possui apenas 0,6% de cristãos. Os mais numerosos são a América do Norte, com 34%, América do Sul, com 26%, e a Europa, com 23,6%.
Em relação às denominações, o estudo mostrou que 51,4% são católicos, 36,7, protestantes e 11,9%, ortodoxos. A pesquisa foi mais aprofundada ainda, detalhando a divisão de seguimento entre os protestantes, que apontou 72% dos entrevistados declarando-se pentecostais.